Depois de ter entrado num novo Infantário no mês de Janeiro e de ter de passar pelo consequente período de habituação, a partir de hoje dá-se uma nova mudança. A Educadora que o acompanhava estava a substituir a colega que se encontrava em licença de parto. Hoje essa Educadora voltou ao trabalho.
Levei-o, apreensiva, sem saber como ele iria reagir. Afinal de contas, ele afeiçoara-se à outra Educadora e agora terá de passar pelo mesmo processo.
Assim que cheguei, a "nova" educadora recebeu-o com um sorriso e tratou-o carinhosamente pelo nome. Fiquei surpreendida porque ainda não estavam todos os meninos e, portanto, não havia sido por exclusão de partes. Apresentei-me e expliquei-lhe que não sabia como o D. iria reagir a mais esta mudança. Ela sossegou-me e disse-me que o D. já a conhecia. Ao ver o meu ar de surpresa, explicou-me que há já várias semanas que ela ia de vez em quando brincar e interagir com eles para que se habituassem a ela. Saí de lá com o coração bem mais leve. :)
segunda-feira, abril 02, 2007
Nova Mudança
Escrito pela MHelena às 20:08 2 Comentário(s)
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domingo, abril 01, 2007
Trabalhos Manuais
O D. está num novo infantário desde Janeiro. Passou a trazer para casa coisas bonitas em cuja elaboração participou efectivamente, ao contrário do que acontecia no sítio onde estava antes.
Esta é a prenda do Dia do Pai:
E esta é a lembrança da Páscoa, cheinha de âmendoas:
Escrito pela MHelena às 18:53 0 Comentário(s)
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segunda-feira, janeiro 29, 2007
Curiosidade
Hoje o meu filho tem 1 ano, 11 meses, 1 semana e 1 dia.
Como se isto interessasse a mais alguém, senão a mim).
Escrito pela MHelena às 19:03 0 Comentário(s)
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quinta-feira, novembro 23, 2006
Dorme, dorme meu menino...
Em 21 meses nunca consegui que o meu filho dormisse como devia.
Quando era pequenino, pequenino, dormia durante o dia, acordando para comer e, ao cair da noite parecia que despertava, só ferrando a dormir bem depois das 22 ou 23h.
A partir dos 3 meses e meio passou a dormir no quarto dele, mas tinha de ser colocado na cama já semi-adormecido (e sempre depois das 10 da noite). E não se pense que ficava a dormir pela manhã adentro, nada disso. Bem cedinho (7 ou 8h) acordava e já não ficava na caminha.
Depois de fazer um ano de idade, passou a pedir para o levarmos para a cama, mas sempre bem tarde. Tirando algumas excepções, virava-se para o lado e adormecia pouco depois sem precisar que ficássemos com ele. Por vezes, ficava a dormir até mais tarde de manhã - 11 ou 12 horas.
Depois chegou outra fase. Pedia para ir para a cama, mas arrependia-se logo a seguir. Tinhamos de o ir buscar novamente, porque ele levantava-se e chorava desalmadamente. Tinha de adormecer ao pé de nós antes de o podermos colocar na cama.
Há cerca de um mês tudo mudou novamente. Sem que percebamos porquê (mas eu aposto nas trovoadas que se faziam ouvir e sentir durante a noite) levantava-se da cama e gritava em perfeito desespero. Não era um choro de mimo ou de zanga, era de aflição. Resultado: passou a dormir onde nunca antes tinha dormido - connosco. E não conseguimos fazê-lo voltar à cama e ao quarto dele. Por vezes, quando está meio adormecido ou mesmo já a dormir tentamos levá-lo para o quarto dele. Mas ele pressente e, meio acordado e meio a dormir, aponta para o nosso. Se o colocamos na cama dele, levanta-se e chora e grita, se for na nossa cama adormece instantaneamente.
Não sabemos o que fazer. Sabemos apenas que o sono dele não tem nem qualidade, nem quantidade suficiente. O nosso também não.
Não sei se terá tido influência mas eu nunca precisei de dormir muito e, mesmo durante a gravidez, eu não tinha sono e ficava acordada até às 4 ou 5 da manhã. E não dormia durante o dia. Talvez ele saia a mim, mas uma criança precisa de dormir.
Quem me dá respostas?
Escrito pela MHelena às 18:32 5 Comentário(s)
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quinta-feira, setembro 21, 2006
Carrocel
E nós fomos, claro. Ainda para mais para uma estreia.
Depois do jantar, lá fomos nós para o recinto dos carrocéis. Começámos pelo mais pequenino. Sentámos o D. num mini-carro de bombeiros (tinha de ser um carro fechado porque ele poderia tentar sair) e pedimos ao G. - 2 anos mais velho - que lhe fizesse companhia. E lá foram eles. Na 1ª volta, o D. começa a franzir o sobrolho, na 2ª, a fazer beicinho e, à 3ª, já se soltara um choro assustado. O carrocel teima em prosseguir viagem, o G. grita-nos aflito porque o D. "tá a chorar!", eu e o pai tentamos convencer o D. - que mal nos vê quando passa por nós - que está tudo bem e fazemos figuras absolutamente ridículas, os pais do G. negoceiam com o maquinista uma paragem antecipada da coisa, o que vem a acontecer porque não há mais ninguém a bordo.
"Olha, não gostou", diz o pai, "mas agora vai andar comigo no grande e aposto que vai gostar". Eu deito uma olhadela aos cavalos e girafas, aos potes e cadeiras que giram e giram e sobem e descem e tenho as minhas dúvidas, mas pronto. E lá foi ele novamente, desta feita ao colo do pai. Não chorou, mas andou às voltas sempre com cara de poucos amigos.
Há tempo ainda para o G. ir dar umas voltas nos mini-carrinhos de choque. O D. - já no carrinho dele (de bebé, não de choque) - olha para as luzes e ouve a música sem o mínimo sinal de entusiasmo.
Vamos finalmente para casa e o D. vai dormir. Ao contrário de 99,9% das suas noites, acorda a meio da noite a chorar e agarra-se a mim quando o vou ver, trepa por mim acima e aponta para a porta do meu quarto. Dormimos todos mal: ele, o pai e eu.
De manhã comento com o N: "Se calhar traumatizámos o miúdo e agora nunca mais quer andar de carrocel". Resposta dele: "Se calhar... mas já viste o dinheiro que se poupa?"
Escrito pela MHelena às 18:40 3 Comentário(s)
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